Pages

Mostrando postagens com marcador música. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador música. Mostrar todas as postagens

23 de abril de 2011

Pão, circo e música

Música é um de sete novos conteúdos obrigatórios nas escolas

Conselheiros Nacionais de Educação dizem que só transversalidade das disciplinas permitirá introduzi-los

Nos últimos quatro anos foram acrescentados ao currículo da educação básica mais sete conteúdos obrigatórios. Em 2007, uma lei introduziu direitos das crianças e dos adolescentes. Em seguida, em 2008, entrou história e cultura afro-brasileira e indígena. Logo depois, vieram filosofia e sociologia – estas como disciplinas para o ensino médio – e, ainda naquele ano, música. Em 2010, uma emenda somou artes regionais e um decreto estabeleceu educação financeira.

Para cada novo componente foi dado um prazo de adaptação válido para escolas públicas e privadas. A obrigatoriedade do ensino de música começa no próximo mês de agosto, mas o Ministério da Educação (MEC) criou apenas este mês um Grupo de Trabalho para estabelecer a metodologia de implantação do conteúdo. Enquanto isso, algumas redes contrataram profissionais, outras investiram em projetos fora do horário de aula e a maioria ainda não se adaptou.

Pela lei, não é necessária uma disciplina para música, mas apenas a introdução de conteúdos. Dessa forma, diferentes professores poderiam introduzi-la dentro ou fora do horário de aula. Liane Hentschke, professora de educação musical da Universidade Federal do Rio Grande do Sul – instituição que é referência na área no País – defende que o mínimo seja um educador com formação específica e equipamentos musicais. “Dá para começar com o laboratório de informática e trabalhar softwares musicais com os quais as crianças já estão habituadas fora da escola, mas é importante ter um professor com consciência dos objetivos e que saiba introduzir outras músicas” afirma, acrescentando que depois de alguns meses também será necessário apresentar instrumentos.

“É preciso ter pelo menos aparelho de som, DVD, televisão, instrumentos de percussão, de corda, tambores e chocalhos. Para usar a voz, é preciso um profissional que entenda de canto, não é só cantar”, explica. Ainda assim, ela defende que a música não ocuparia o tempo das disciplinas já existentes, pelo contrário, ajudaria a melhorar a compreensão delas. “Contribui para as capacidades de leitura, comunicação, sociabilidade, ouvir o outro, lógica, interpretação e ainda pode ser uma forma de incluir deficientes diversos”, argumenta.


Solução é integrar

A integrante do Conselho Nacional de Educação (CNE), Clélia Brandão, lamenta que o estabelecimento de obrigatoriedade seja traduzido como um imposição de um componente sem conexão com os demais. “A música é fundamental desde a Grécia antiga e queríamos garantir que ela fizesse parte da formação dos jovens, ela agrega e serve para tornar a escola atraente. Agora vemos redes pensando no que dar de forma isolada, por série ou fora do contexto das outras áreas, isso é um modelo falido”, diz... Leia mais no Último Segundo

19 de fevereiro de 2011

Marchinhas de carnaval


Músicas que marcaram as décadas de 20 a 60

Por Antonio Carlos Olivieri (*)


A pedido dos foliões carnavalescos do cordão Rosa de Ouro, em 1899, a já célebre compositora Chiquinha Gonzaga compôs a marchinha "Ó abre alas", a primeira música especialmente feita para animar o carnaval. Descendente das marchas militares e das marchas populares portuguesas, as marchas-ranchos - como passaram a ser chamadas por animarem os blocos ou ranchos de foliões - acabaram se consagrando como gênero carnavalesco por excelência, prevalecendo até sobre o samba, entre as décadas de 1920 e 1960, quando entraram em relativo declínio. Porém, nunca chegaram a desaparecer, e até hoje animam festas de carnaval em todo o país.

Letra e música

Não é difícil explicar a atração que as marchinhas de carnaval exercem sobre o grande público: compasso binário, andamento acelerado e melodias simples cativam rapidamente o ouvinte, ao mesmo tempo que as letras - debochadas, irônicas, ambíguas ou sensuais - são fáceis de entender e memorizar. De fato, as marchinhas eram crônicas urbanas de um Rio de Janeiro, que era então a capital federal e o verdadeiro coração cultural do país. Era lá que se encontravam as principais emissoras de rádio, gravadoras de discos e os estúdios cinematográficos da Atlântida, que potencializaram a divulgação do gênero por todo o Brasil e permitiram que elas fossem registradas para a posteridade em suas versões originais (algumas das quais você pode ouvir nos links deste artigo).

Verdadeiras crônicas

O jornalista Sérgio Cabral, um dos autores do roteiro de "Sassaricando" - um musical feito de marchinhas encenado em 2007 no Rio de Janeiro - escreve:  "Estamos convictos de que poucas manifestações refletem com tanta exatidão a criatividade do compositor do Rio e o espírito carioca. Verdadeiras crônicas, elas contam a história da cidade, as qualidades e os defeitos do seu povo, quase sempre sem abrir mão do deboche e da malícia. Vão do lirismo ao esculacho, mas são permanentemente carioquissímas. São músicas que, ao mesmo tempo em que nos remetem a carnavais inesquecíveis, conservam a juventude que encanta as crianças de todas as idades. Em outras palavras, são eternas."

Dando-se algum desconto à exaltada paixão pelo Rio de Janeiro que Cabral manifesta (pois as marchinhas são, na verdade, um patrimônio nacional brasileiro), não se pode negar que ele tem toda razão. De amores e dores de cotovelo à sátira política e ao futebol, não havia tema do cotidiano que as marchas carnavalescas não abordassem.

É melhor ouvir do que falar

Mas falar de marchinhas em abstrato não faz sentido. Para se compreender o espírito do gênero é preciso citar pelo menos algumas das marchas, dos compositores e cantores que marcaram os velhos carnavais. Os carnavais de salão, com confete e serpentina, e personagens simbólicos, de um triângulo amoroso farsesco: Colombina, Pierrô e Arlequim. Trata-se de uma seleção dificílima, principalmente quando ela deve ser breve, mas talvez se deva começar por aquela que mais permaneceu na memória dos brasileiros e que se tornou um verdadeiro sinônimo de carnaval: Mamãe, eu quero mamar de 1937, composição do alagoano Jararaca (José Luís Rodrigues Calazans, 1896-1977) e do paulistano Vicente Paiva (1908-1964).

Em segundo lugar, a clássica Chiquita Bacana , de 1949, dos cariocas Braguinha (1907-2006) e Alberto Ribeiro (1902-1971), que se tornou um símbolo de brasilidade, retormado pelo Tropicalismo: Caetano Veloso escreveu A filha da Chiquita Bacana . Além disso, "Chiquita" faz um carnaval filosófico, com uma célebre alusão ao existencialismo. A gravação que você pode ouvir traz a voz de Emilinha Borba (1923-2005), cantora que gozou de extrema popularidade nessa época.

A Pequena Notável

Pode-se seguir, fugindo à ordem cronológica, ao maior sucesso do carnaval de 1930, que estourou na voz da legendária luso-brasileira Carmen Miranda (Maria do Carmo Miranda da Cunha, 1909-1955): Para Você Gostar de Mim , também conhecida como "Taí", composta pelo mineiro Joubert de Carvalho (1900-1977). Mas não se pode falar em marchinhas e carnaval sem mencionar o célebre carioca Lamartine Babo (1904-1963). Cantor e compositor de tantas obras excepcionais, só arbitrariamente, se pode escolher uma única composição para representá-lo. Por exemplo, sua homenagem às morenas brasileiras: Linda Morena , de 1932.

Convém lembrar que Babo gostava das sátiras políticas e suas composições sofreram com a censura do Estado Novo (1937) de Getúlio Vargas. Paradoxalmente, o ditador e depois presidente Vargas era, por assim dizer, um grande admirador do carnaval e especialmente da vedete carioca Virgínia Lane (nascida em 1920) que chegou ao estrelato com justamente com a música Sassaricando , de 1951, composta pelos também cariocas Oldemar Magalhães (1912-1990), Luís Antônio (Antônio de Pádua Vieira da Costa, 1921-1996) e pelo paraense Zé Mário (Joaquim Antônio Candeias Jr., nasc. 1923).

Para não ficar só nessas cinco músicas, vale terminar com duas seleções de velhos carnavais nas vozes de intérpretes contemporâneos: Beth Carvalho e Martinho da Vila .

(*) Antonio Carlos Olivieri é escritor, jornalista e diretor da Página 3 Pedagogia & Comunicação.

22 de novembro de 2009

Músicas para educação Infantil



Bata palmas

Se você está contente, bata palmas
Se você está contente, bata palmas
Se você está contente
E quer mostrar a toda gente
Se você está contente, bata palmas

Se você está contente, bata o pé
Se você está contente, bata o pé
Se você está contente
E quer mostrar a toda gente
Se você está contente, bata o pé

Se você está contente, dê risada
Se você está contente, dê risada
Se você está contente
E quer mostrar a toda gente
Se você está contente, dê risada

Se você está contente, grite VIVA
Se você está contente, grite VIVA
Se você está contente
E quer mostrar a toda gente
Se você está contente, grite VIVA


Meu lanchinho

Meu lanchinho, meu lanchinho
Vou comer, vou comer
Pra ficar fortinho, pra ficar fortinho
E crescer! E crescer!



A Janelinha

A janelinha fecha
Quando está chovendo
A janelinha abre
Quando o sol está aparecendo

Fechou, abriu
Fechou, abriu, fechou

O guarda-chuva abre
Quando está chovendo
O guarda-chuva fecha
Quando o sol está aparecendo

Abriu, fechou
Abriu, fechou, abriu


Cabeça, ombro, perna e pé

Cabeça, ombro
Perna e pé (perna e pé)
Olhos, orelhas
Boca e nariz

Cabeça, ombro
Perna e pé (perna e pé)
Olhos, orelhas
Boca e nariz

15 de agosto de 2009

A Música na Educação Infantil


Desde pequenina, a criança em diversas situações do cotidiano tem a presença da música. Como exemplos: na hora do almoço, nas brincadeiras, na hora de dormir, entre tantas outras situações. E é nesse contexto que ela entra em contato com o mundo cultural da música, expandindo seu vocabulário, suas interações com o ambiente, com o próprio corpo fazendo gestos e socializando-se.

A música ajuda no crescimento infantil pois faz a criança perceber, sentir, pensar, expressar, atuando no desenvolvimento tanto do cognitivo como do afetivo. Na educação Infantil, o professor pode ter um rico repertório musical se bem explorado como parlendas, cantigas de roda, brincadeiras cantadas, canções populares, etc.

Ao se trabalhar com música na Educação Infantil, é importante levar em conta a idade da criança assim como o nível de desenvolvimento e percepção musical delas. O mais fantástico é a possibilidade que a música proporciona fazendo com que os alunos criem, improvisem e experimentem novas situações e conhecimentos.

Sugestões de músicas:

A cobra não tem pé

A cobra não tem pé
A cobra não tem mão
Como é que a cobra sobe
No pezinho de limão?

Ela vai se enrolando
Vai, vai, vai
Vai se enrolando
No pezinho de limão.

A barata diz que tem

A barata diz que tem
Sete saias de filó
É mentira da barata
Ela tem é uma só
Ah, ah, ah! Oh, oh, oh!
Ela tem é uma só!

A barata diz que tem
Um sapato de veludo
É mentira da barata
O pé dela é peludo
Ah, ah, ah! Oh, oh oh!
O pé dela é peludo!

A barata diz que tem
Uma cama de marfim
É mentira da barata
Ela tem é de capim
Ah, ah, ah! Oh, oh, oh!
Ela tem é de capim!

A barata diz que tem
Um anel de formatura
É mentira da barata
Ela tem é casca dura
Ah, ah, ah! Oh, oh, oh!
Ela tem é casca dura!

Eu vi uma barata

Eu vi uma barata na careca do vovô
Assim que ela me viu
Bateu asas e voou.

Do ré mi fá, fá fá
Do ré do ré, ré ré
Do sol fá mi, mi mi
Do ré mi fá, fá fá

O meu galinho

Faz três noites que eu não durmo o-lá-lá!
Pois perdi o meu galinho, o-lá-lá!
Coitadinho, o-lá-lá!
Pobrezinho, o-lá-lá!
Eu perdi lá no jardim.

Ele é branco e amarelo 0-lá-lá!
Tem a crista vermelhinha, o-lá-lá!
Bate as asas, o-lá-lá!
Abre o bico o-lá-lá!
Ele faz quiriquiqui.

Já rodei em Mato Grosso, o-lá-lá!
Amazonas e Pará, o-lá-lá!
Encontrei, o-lá-lá!
Meu galinho, o-lá-lá!
No sertão do Ceará!

E ai, gostou do que leu? Que tal ver o blog atualizado?

Então acesse clicando aqui
Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.
Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.
Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.
Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.
Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.