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16 de janeiro de 2012

São Paulo tem 258% de variação no preço do material escolar


O preço do material escolar em São Paulo pode variar até 258% e a zona leste da cidade é a região que tem mais itens com preços iguais ou menores aos da média. As constatações estão em pesquisa realizada pela Fundação Procon-SP realizada no final do ano passado e divulgada hoje. Em pontos percentuais, a maior distância de preço encontrada em uma lista com 143 itens foi em um modelo de apontador: em uma loja, custava R$ 1,90; em outra, R$ 0,53. Uma diferença de 258%. O levantamento foi feito em 10 estabelecimentos e, segundo o Procon, ressalta a necessidade de comparar os preços de material escolar antes da compra. Veja a tabela com a comparação dos valores.

Além do estudo, o órgão divulgou orientações para que o consumidor economize na aquisição de material escolar. Entre as recomendações estão a troca de material didático entre estudantes de séries diferentes e a compra conjunta com outros pais para facilitar a negociação de descontos e prazos. O Procon também sugere evitar produtos com desenhos de personagens animados e logotipos, já que o licenciamento costuma encarecer os objetos.



13 de janeiro de 2012

Uniforme escolar caro? Nem pensar


Mesmo depois de já terem comprado os materiais escolares, as mochilas e as lancheiras, os pais ainda não estão totalmente livres dos gastos de início de ano com os filhos. Ainda faltam os uniformes. Se fizeram uma poupança para todas estas despesas, ótimo. Se não se planejaram e acabaram desembolsando mais do que esperavam com alguns dos itens, é bom tentar economizar nos demais. Com a ajuda de consultores, o iG preparou sete dicas para tentar gastar o mínimo possível com os uniformes.  


1 - Faça uma vistoria do guarda-roupas de seus filhos
Antes de comprar os uniformes novos para seu filho, veja no guarda-roupas dele quais são as peças mais gastas, que ele mais usou no ano anterior, e as que parecem ter sido menos aproveitadas. Assim, você saberá o que é mais importante e gastará de acordo com as reais necessidades.

2 - Veja o que pode ser reformado e remodelado
Se seu filho ainda tem uniformes, mas está cansado dos modelos do ano passado, tente encontrar formas de remodelar as roupas para ele usar novamente. Se a escola permitir, corte e ajuste as camisetas, incremente as calças – no caso das jeans, você pode colocar lantejoulas, por exemplo, e aumente as sais, com tules ou tecidos da moda. Peça ajuda para seu filho para saber quais os modelos favoritos dele e quais as tendências da moda.

3 - Troque os uniformes com outras mães
Seus filhos podem estar grandes demais – ou enjoados demais – das roupas deles, mas podem até gostar de usar os uniformes de crianças mais velhas. O mesmo acontece com os filhos dos outros.

4 - Ganhe dinheiro com os uniformes dos anos anteriores
Verifique se a loja dos uniformes de seu filho oferece algum desconto caso você leve as peças de anos anteriores. Outra opção é vender as roupas antigas em sites de compra e venda.

Leia mais:

5 - Compre apenas o básico
Compre apenas as peças necessárias para que seu filho consiga ir para a escola nos primeiros dois meses. Depois disso, provavelmente os preços estarão mais baixos. Se não faz frio no início do ano, por exemplo, deixe para comprar os agasalhos mais para frente. “Não vale a pena comprar de uma só vez tudo o que você acha que ele pode precisar no ano inteiro, pois a criança pode crescer nesse período,” diz Antonio de Azambuja Neto, professor de finanças da Universidade Guarulhos (UnG). Segundo ele, uma das melhores dicas para quem ainda precisa ir atrás dos uniformes escolares é deixar para comprar os moletons quando o inverno estiver se aproximando. Além disso, é possível que a loja faça promoções após os primeiros meses de aulas. Na opinião do professor, três camisetas e duas calças ou bermudas são suficientes para a primeira compra.

6 - Reforçe os joelhos e cotovelos
É difícil impedir que seu filho caia, ou se jogue no chão. Para não ter que repor calças com rasgos nos joelhos ou camisetas e agasalhos com rasgos nos cotovelos, vale a pena reforçar as peças com tecidos extras nesses dois locais.

7 - Coloque o nome do filho nas peças
Para não correr o risco de perder o uniforme, o ideal é identificar as peças colocando o nome completo dos filhos, principalmente nos agasalhos. “É muito comum a criança esquecer o casaco na escola. Sem o nome, depois fica difícil encontrar e identificar qual era a sua peça,” diz o professor da UnG.



29 de dezembro de 2011

Material escolar caro? Nem pensar

  
Vai comprar material escolar? Veja 7 dicas para economizar

Janeiro está se aproximando e com ele chega a época da compra do material escolar. A despesa, quando somada com os outros gastos típicos da época – IPVA, IPTU, matrícula escolar, entre outros -, pode pesar no orçamento familiar. Assim, para ajudar os pais a economizarem neste momento, o educador financeiro, presidente da DSOP Educação Financeira e Editora DSOP, Reinaldo Domingos, elaborou algumas dicas.

“Comprar materiais escolares é uma atividade de extrema importância que requer cuidados, este investimento deve estar previsto no orçamento financeiro da família (…) Um problema nessa hora é que a maioria dos brasileiros tem grande dificuldade em realizar boas negociações, em função da timidez e da ideia de que o preço do produto não pode ser alterado”, diz.

Abaixo algumas dicas de economia na compra do material escolar, elaboradas por Domingos:

1 – Compre em conjunto. Já pensou em juntar-se com outros pais com filhos na mesma série para comprar o material das crianças? A medida, segundo o educador financeiro, aumenta as chances de negociação de preços;
2 – Veja o que sobrou do ano anterior. Levante o material que sobrou do ano anterior e separe o que pode ser reaproveitado. Reciclar materiais, diz o especialista, além de ser uma forma de economizar também desenvolve o espírito lúdico das crianças, para isso, basta pegar os materiais e dar a eles uma cara nova;
3 – Reaproveite os livros. No caso dos livros didáticos, veja se não é possível promover uma troca de livros com os alunos de outras séries. A iniciativa pode resulta em uma grande economia. Caso a troca não seja possível, doe o material para jovens de famílias carentes;
4 – Não se deixe levar pelos desejos dos filhos. As crianças são influenciadas pelos amigos e pelo marketing, o que faz com que sempre queiram os produtos da moda, que consequentemente são mais caros. Assim, para evitar ceder a esses impulsos, os pais devem ter sempre em mão uma lista do que é realmente necessário e conversar com os filhos para que entendam a diferença e a utilidade dos materiais;
5 – Pechinche. Não tenha vergonha de pechinchar e para que a obtenção do melhor preço ocorra de forma segura e inteligente, sempre faça a pergunta: “quanto custa este produto à vista?". Isso ajudará muito. No mais, lembre-se de sempre ser educado com o vendedor;
6 – Pesquise. Escolha bem a marca do produto, pesquise o preço na internet e me pelo menos três lugares com visitas presenciais, negocie à vista e se pagar a prazo, lembre-se que as prestações devem caber no orçamento mensal futuro;
7 – Compre pela internet. Comprar pela internet pode ser uma boa opção, ou seja, uma alternativa mais barata. Isso porque as lojas eletrônicas só têm o custo do produto e da logística para entrega, enquanto as lojas físicas devem considerar os custos de marketing, locação, funcionário, custos fixos e variáveis. Vale observar, contudo, que o prazo de entrega das lojas virtuais costuma ser um pouco maior, o que faz com que pais devam comprar com mais antecedência.

4 de fevereiro de 2011

As miudezas que saem caro

Do UOL Educação:

VOLTA ÀS AULAS: Nas promoções, fique atento aos itens miúdos da lista de material escolar; confira lista com pesquisa do Procon-SP


Por Karina Yamamoto

"As pessoas costumam olhar o preço dos cadernos que são caros e não dão a devida atenção aos itens menores por achar que é pouquinha coisa", diz a diretora de Estudos e Pesquisas do Procon-SP, Valéria Rodrigues Garcia.  É justamente aí que mora o risco de um mau negócio. As miudezas da lista são justamente o esconderijo preferido das variações de preço encontradas pelo Procon-SP, num levantamento realizado nos dias 5 e 6 de janeiro. 


O campeão foi um tipo de lápis preto nº2 (Ecoloápis 9000 sextavado, da Faber Castell). O percentual de diferença encontrado foi de 233,33%, com valores que foram de R$ 0,45 a R$ 1,50. A segunda maior variação nesse ranking também ficou com um modelo de lápis preto (redondo HB2, da BIC) cujos preços encontrados foram de R$ 0,28 a R$ 0,60 - uma variação de 114,29%. Confira planilha da pesquisa de preços do Procon-SP, com 155 produtos (arquivo em .pdf). 


Por isso, a especialista alerta para as promoções dessa época: "alguns estabelecimentos colocam alguns itens [em promoção] como chamariz". E os cadernos costumam assumir o papel de garotos nessas propagandas. O jeito, então, é pesquisar uma certa variedade de produtos na loja em liquidação para garantir uma compra econômica

Às vezes apenas os tais cadernos estão com preços realmente convidativos. Se vale dividir os locais de compra nesse caso? Ela afirma que vale sim, "desde que não haja custo para o deslocamento". Ou seja, gastar sola de sapato está valendo, já despender dinheiro com transporte. "Há diferença de preço fora dessa época [que antecede a volta às aulas]", afirma Valéria. Segundo a especialista, as papelarias aproveitam a ocasião para aumentar os valores. Por isso, planejar-se para comprar alguns itens básicos em pleno ano letivo é um jeito de economizar.

Comprar no atacado é uma outra estratégia que a especialista sugere para quem quer poupar alguns reais. E ela lista alguns itens que se prestam a isso, porque podem ser armazenados. São eles: lápis preto, lápis de cor, cartolina, cadernos, pacotes de papel sulfite e cola. Já as canetinhas hidrográficas e as canetas esfergráficas devem ser adquiridas em períodos mais próximos aos do consumo, pois são "perecíveis". Elas podem secar no período em que ficarem guardadas, segundo Valéria.

Cotar preços em mais de um estabelecimento comercial ainda é a regra de ouro para fazer uma boa compra. Algumas papelarias aceitam pedidos de orçamento por telefone ou em seus sites. E Valéria ainda sugere juntar-se a outros colegas que estejam na mesma situação e dividir a tarefa de pesquisar valores.

24 de janeiro de 2011

Ainda sobre o material escolar - Lista pode sugerir, mas não deve obrigar marcas

Os gastos com o material escolar podem ficar ainda mais elevados se os pais seguirem à risca as sugestões de marcas feita por algumas escolas. A marca indicada geralmente é a mais conhecida no mercado e tem boa qualidade, mas também os preços mais altos. Segundo o Procon-SP, a escola não pode exigir a aquisição de produtos de marca específica ou determinar a loja onde o material deve ser comprado. "Eles podem sugerir, mas não podem obrigar. O consumidor tem toda a liberdade e direito a escolha. De posse da lista, os pais podem ir onde quiserem", afirma a assistente de direção do órgão, Valéria Cunha. Para ela, é recomendável que a escola seja isenta e não recomende marca e modelo. "Dessa forma ela será transparente e impedirá que os pais sejam induzidos ao erro de achar que é obrigatória a aquisição daquela marca."... Leia mais no Estadão

Material escolar, ao lado do IPTU e IPVA, um dos grandes inimigos da economia doméstica no início do ano

Comprar a lista completa de material escolar de muitos colégios particulares chega a custar para os pais o preço de uma mensalidade extra, segundo levantamento feito pelo Estado.

Daniel Teixeira/AE-14/1/2011

Maratona. A empresária Viviane de Souza Santos pesquisou 
muito antes de  comprar o material dos três filhos e do enteado,
 e o esforço compensou: ela diz que teria gasto quase o dobro. 

Os livros costumam ser a parte mais cara da lista - variam de R$ 800 a R$ 1,1 mil para o último ano do ensino fundamental em escolas de São Paulo que cobram mensalidades na faixa de R$ 800 a R$ 2 mil. A parte de papelaria gira em torno dos R$ 250 se não forem escolhidas as marcas mais caras - apenas um fichário pode custar R$ 190; o preço de um compasso varia de R$ 3 a R$ 59. Em colégios do Rio, a situação não é diferente. O gerente do Senac Vinicius Leite conta que gastou R$ 1,9 mil para cumprir a lista de seu filho, no 6.º ano do tradicional colégio São Bento. É o valor que paga de mensalidade. "Não questiono a necessidade. A questão é que preciso comprar, então as editoras põem o preço que quiserem", reclama Leite. "Mesmo trabalhando em uma instituição de ensino não consigo descontos."... Leia mais no Estadão

4 de julho de 2010

Grandes negócios, pequenos empreendedores

O contato com a vida financeira deve começar na infância

O aprendizado nos primeiros anos de vida evita dívidas impagáveis na fase adulta. Experiências educacionais em São Paulo e Brasília tentam passar esse conhecimento

Por Vera Batista


Os segredos da boa administração do dinheiro precisam ser descobertos na infância. É na primeira fase da vida que todas as pessoas, independentemente da classe social, aprendem os principais conceitos sobre o valor da moeda, além do bem e do mal que o seu uso pode acarretar. Trata-se de um aprendizado fundamental que, caso não seja transferido pelos pais, deve ser buscado na escola, opção escassa no país. Em São Paulo, uma experiência pioneira vem mostrando resultados. Em quatro anos, a professora Silvia Alembert, representante da franquia norte-americana de educação financeira The Money Camp, ensinou 1,5 mil crianças em situação de vulnerabilidade a lidar com recursos financeiros.

O entusiasmo dos meninos e meninas participantes do curso foi tamanho que parte deles, se pudesse, escolheria as "aulas de dinheiro" às da escola convencional. São momentos lúdicos, que envolvem brincadeiras e simulações de aplicações financeiras. As crianças lidam com uma moeda fictícia, a "moola" (gíria dos Estados Unidos para grana). As aulas são lúdicas, envolvem brincadeiras e simulações de aplicações financeiras. Os pequenos, ao fim do período, são premiados de acordo com um sistema de pontuação. O primeiro colocado recebe uma conta de investimentos em fundos ou previdência no valor de R$ 100. O segundo ganha uma caderneta de poupança de R$ 50. E o terceiro, um livro sobre o tema. Todos os demais ganham medalhas pela participação.

Sílvia explica que usa um método que aflora as potencialidades humanas para alcançar objetivos. "O curso ensina a consumir com inteligência, sem exageros, a programar despesas e a investir adequadamente. A maioria dos brasileiros não tem hábito de planejar, identificar o que é necessidade e se preparar para um possível período de crise financeira", adverte. Ela constata que a linguagem do dinheiro é a mesma ao redor do mundo, independentemente da situação social das pessoas. Segundo ela, o problema reside na inversão de valores, no consumismo sem limites e na cultura de que o dinheiro é sujo, não traz felicidade - valores geralmente disseminados pelos pais que viveram situações financeiras ruins.

Culpa

Para os especialistas no assunto, muitas das atitudes irresponsáveis dos filhos têm como origem o sentimento de culpa dos pais, que, com frequência, querem substituir ausências por compensações financeiras de toda ordem. Esse doloroso processo psicológico está descrito com detalhes no livro Você sabe lidar com seu dinheiro? Da infância à velhice, dos jornalistas Marília Cardoso e Luciano Gissi Fonseca. É na inversão dessa lógica, incutida na mente das crianças, que se concentra o programa The Money Camp. Nos cursos realizados, os pais também são "trabalhados" para se educar. O objetivo é que eles passem também a contribuir para a mudança de comportamento dos filhos.

Sílvia explica que o programa é uma filosofia de vida, um resgate da autoestima. Os pequenos são estimulados a viver de acordo com seu orçamento. "E não para se mostrarem para os outros", diz. O objetivo é ensiná-los a usar o dinheiro com ética e respeito aos demais. O conceito mais usado ao longo do curso é o de que é possível concretizar os desejos. Para isso, não existe mágica. Só depende de planejamento. "O dinheiro não dá em árvores, nem cai do céu", prega. Para ampliar o programa, ela firmou parceria com o Instituto de Tecnologia Social Aplicada (Itesa) e mais 250 crianças e adolescentes de baixa renda serão atendidas até o fim do ano.

Empreendedores

A diretora da franquia norte-americana luta para ver esse projeto disseminado por toda a rede de ensino estadual paulista, mas o sonho esbarrou na burocracia governamental. Em Brasília, projetos semelhantes começam a ganhar forma. Desde 2009, a pedagoga Rosa Leite, do Colégio Sagrado Coração de Maria, trabalha com 18 turmas do segundo ao sétimo ano do ensino fundamental da escola, uma instituição particular para alunos de classe média alta. O assunto faz parte da disciplina empreendedorismo, com aulas semanais de 50 minutos, palestras com economistas, gerentes de banco e analistas de mercado financeiro. As crianças confeccionaram um cofrinho com material reciclado e estabeleceram uma meta para o fim do ano.

"Dependendo da relação familiar, com ou sem mesada, as crianças guardaram de R$ 30 a R$ 200. Elas se esforçaram muito e nos ajudaram a criar consciência financeira nos pais. Umas pediam a eles para fazer massagem, outras para arrumar o escritório - tudo em troca de pagamento", lembra Rosa. Um dos garotos sonhava em comprar um automóvel. Juntou R$ 150 e colocou na poupança para, aos 18 anos, comprar o próprio carro. "Ele tem 9 anos e está na 3ª série", relata a professora. Outros mais maduros, da 7ª série, para conseguir os primeiros recursos próprios, venderam produtos da Avon e da Natura e fabricaram bijuterias na oficina de artesanato para comercialização na feirinha local.

Por trás dessas iniciativas, está o propósito de deixar claras para as crianças, e os seus pais, as consequências do bom e do mau uso do dinheiro. Com conceitos óbvios, como o de gastar apenas o que ganham, os instrutores buscam evitar situações limites, como as que exigem outro tipo de profissional, os chamados "médicos financeiros", convocados sempre que o estrago no orçamento já não tem mais conserto. Melhor que ensinar os perdulários a se salvarem, Silvia e Rosa garantem que negócio mais lucrativo é apostar no aprendizado prévio. Nas experiências tocadas por elas, os garotos saberão, por exemplo, a diferença entre comprometer parte da renda em longos financiamentos e o investimento do mesmo valor, pelo mesmo período, em aplicações financeiras com renda pré-fixada, por exemplo.

Como gastar

Incomodada com um dado do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), segundo o qual 85% das famílias brasileiras vivem endividadas, Marília Cardoso pesquisou e escreveu um livro-reportagem dirigido a jovens, adultos, casais e aposentados. De certa forma, ela também fala às crianças. Para os pequenos, as dicas estão relacionadas ao uso da mesada dada pelos pais.

Fonte: Correio Braziliense

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