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13 de maio de 2012

O Brasil decente aguarda ansioso pela verdadeira comissão da verdade - a que julgará o mensalão

O leitor rotineiro deste blog poderá se perguntar: o que o mensalão tem a ver com educação? Respondo: tudo. O dinheiro desviado naquele episódio e que tinha o objetivo de assegurar a aprovação de temas de interesse do governo Lula e por consequência assegurar a manutenção do projeto de tomada de poder pelo PT, faltou na boca dos alunos na hora da merenda escolar, faltou para reequipar as Forças Armadas, faltou para garantir serviços justos e dignos na saúde pública, faltou para promover projetos de ressocialização de detentos em final de pena, enfim, faltou para um monte de coisas. 


Seria inocência supor que, após a descoberta e denúncia, o mensalão deixou de existir. Com certeza se travestiu em outras facilidades que os poderes legislativo e executivo em nível nacional devem estar carecas de saberem os caminhos. Mas mesmo denunciado,  o processo ainda aguarda julgamento. Dos 40 inicialmente envolvidos, apenas 36 serão julgados por crimes contra a administração pública. Na semana em que a presidente da República divulgou os nomes que comporão a desnecessária e revanchista comissão da verdade, nada mais justo que nós, brasileiros decentes, também soubéssemos da possível data do julgamento do esquema mensaleiro.

Essa sim seria a verdadeira comissão da verdade, pois ajudaria a apresentar na forma mais transparente possível os feitos dessa gente que durante tanto tempo enganou e lesou o brasileiro de boa fé. Quanto à comissão que servirá como tribunal da história, nomeada há poucos dias por Dilma e que terá o grande objetivo de conceder ao passado a versão da esquerda em armas, só nos resta lamentar, até porque a ruptura que as Forças Armadas se permitiu em relação aos seus valores e ao seu passado de socorro ao Brasil só facilitará o trabalho sujo que infelizmente será regado a dinheiro público.

8 de maio de 2011

Ministra da cultura, das diárias e da cara de pau


Desde que assumiu o cargo, em janeiro, a ministra da Cultura, Ana de Hollanda, recebe do governo diárias em fins de semana sem compromissos oficiais no Rio, cidade onde tem imóvel próprio. O Estado cruzou os dados do Portal da Transparência, que publica as despesas do governo, com a agenda oficial divulgada no site do Ministério da Cultura.



A análise das planilhas revela o hábito da ministra de marcar compromissos oficiais fora de Brasília, principalmente no Rio, às sextas e segundas-feiras, e receber a ajuda financeira não só pelos dias de trabalho fora da capital federal como pelos sábados e domingos não trabalhados.

12 de outubro de 2009

A educação vítima da corrupção, que começa nas negociatas e termina nas notas baixas

Corrupção na educação reduz nota de alunos em avaliação nacional
Desempenho de estudantes de municípios onde há desvio ou má gestão de verbas é, em média, 15 pontos menor
O desvio e a má gestão dos recursos repassados para as escolas públicas brasileiras têm gerado efeitos colaterais danosos para alunos e professores, além de prejudicar diretamente o potencial de crescimento econômico do País. A conclusão é de um estudo desenvolvido por economistas da Pontifícia Universidade Católica do Rio (PUC-Rio), Universidade de Berckley e do Banco Mundial.

Cláudio Ferraz, Frederico Finan e Diana Moreira analisaram o resultado da auditoria dos gastos de 365 municípios feita pela Controladoria Geral da União (CGU), entre 2001 e 2004. Depois, cruzaram esses dados com o resultado obtido na Prova Brasil pelos alunos da 4ª série (5º ano) do ensino fundamental das 1.488 escolas públicas existentes nos municípios analisados. A Prova Brasil é uma avaliação do Ministério da Educação (MEC) que mede o desempenho em língua portuguesa e matemática de alunos da 4ª e da 8ª séries (5º e 9º anos) de escolas públicas.

Os pesquisadores perceberam que a nota dos alunos que estudavam nos municípios onde houve mau uso ou desvio de recursos foi menor da dos estudantes das outras localidades. A diferença foi, em média, de 15 pontos - a nota vai de 0 a 500.

O estudo também mostrou que não há relação direta entre grandes quantias de dinheiro repassadas pelo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef) - atual Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) - aos municípios e a excelência no ensino. O valor do Fundef era calculado segundo o número de alunos matriculados na rede.

"Se você tem muita corrupção e o dinheiro é mal gasto, isso explica, em parte, porque gastar muito não está associado com a melhora do desempenho em provas internacionais",diz Cláudio Ferraz, professor assistente do Departamento de Economia da PUC-Rio e um dos autores do estudo, citando a classificação dos alunos brasileiros no Pisa, um exame internacional. Em 2006, o Brasil ficou em 54º lugar entre os 57 países avaliados em matemática e em 49º entre 56 países na avaliação sobre capacidade de leitura.

CORRUPÇÃO

De acordo com o trabalho, dos 365 municípios analisados, 35% apresentaram algum tipo de corrupção na educação. Desses municípios, 15% registraram desvio de recursos do programa de merenda escolar e outros 28%, das verbas que seriam destinadas para professores e melhorias de infraestrutura. "A corrupção na educação faz mais do que simplesmente reduzir suprimentos escolares", afirmam os economistas. "Ela também afeta a infraestrutura e reduz os salários dos professores, o que potencialmente afeta a motivação, e ainda pode prejudicar os níveis de nutrição das crianças", acrescentam.

Nos municípios onde houve desvio de dinheiro público repassado para a educação, o porcentual de professores que recebeu treinamento pedagógico foi 10,7 pontos menor se comparado às cidades sem registro de corrupção.

Para Ferraz, uma má provisão de bens e serviços públicos pode ter efeito direto sobre o crescimento. "Se você tem muita corrupção e gera má qualidade da educação hoje, a mão de obra estará mal qualificada daqui a 15 anos, o que fará com que ela seja menos capaz de absorver novas tecnologias. Isso pode causar um efeito negativo sobre seu desenvolvimento, fazendo com que o País se cresça menos do que deveria", afirma.

SOLUÇÕES

Uma das soluções apontadas pelos pesquisadores para tentar reverter o quadro é aumentar os mecanismos de fiscalização e acompanhamento do uso dos recursos destinados à educação nos municípios.

"Nossas descobertas mostram que a corrupção em educação é significativamente mais baixa em municípios que mantém eleições para a direção no lugar de nomeações feitas pelo prefeito", alertam os economistas.

Ferraz também defende uma maior participação de pais e de toda a comunidade na gestão da escola, seja por meio da presença nos conselhos escolares, como feito em algumas localidades do México, ou por mecanismos de avaliação do desempenho dos colégios em relação aos demais.

"Em vários países existem evidências de que há uma melhora da gestão escolar quando os pais e a comunidade estão envolvidos com o colégio", afirma o economista.

Fonte: Estado de SP

Enem, o produto de uma fraude maior

Entre a fé e a descrença

O vazamento das provas do Enem e o adiamento do exame deixaram alunos e professores preocupados com o resultado. Eles esperam que as novas datas não coincidam com o vestibular tradicional

"O vazamento das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), um dos maiores escândalos que atingiu o setor da educação nos últimos tempos, arranhou a imagem do concurso e, consequentemente, provocou o adiamento da realização das avaliações, que seriam no fim de semana passado, desencadeando uma série de manifestações por todo o Brasil.

Com isso, alguns alunos aproveitam para se preparar melhor estudando mais, revendo conteúdos e tirando duvidas. Outros sentem-se prejudicados, pois a partir deste ano a nota do Enem valerá como vestibular em algumas universidades federais...
O professor expõe como está o clima entre os alunos com relação às novas datas das provas do exame. “Os alunos estão temerosos com as coincidências de datas e a desistência de algumas universidades no resultado do exame. A Unicamp desistiu de utilizar a nota do exame”...
A mudança das datas acarretará uma série de alterações nos planos dos alunos para o fim de ano... “Isso tudo pode significar mudanças de planos, cancelamentos de viagens, aborrecimentos”, esclarece. Ele diz também que, entre os professores, o sentimento é de resignação e expectativa quanto ao desfecho dessa história e conta que não houve grandes mudanças na rotina de trabalho..."

Fonte: Jornal da Comunidade

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