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29 de outubro de 2012

Maquete de Inglês

Estas fotos são de uma maquete que meu filho teve que fazer para a escola. Foi muito divertido porque toda a família participou. Confeccionamos em um feriado e posso afirmar que foi maravilhoso!





25 de outubro de 2012

A leitura na educação infantil




     A prática da leitura compartilhada é importante tanto para estimular o desenvolvimento do processo da leitura e da escrita como também para favorecer a interação entre pais e filhos. O tipo de leitura compartilhada varia conforme a idade das crianças.
     É importante que durante a leitura o adulto coloque entonação na voz de maneira a chamar atenção alternando também para a visualização das imagens do livro. Realizar questionamentos durante a contação é essencial para que a criança possa interagir melhor.
     A criança deve ser instigada a caracterizar os personagens possibilitando assim o enriquecimento do vocabulário.
     Ao lermos para crianças de 4 a 5 anos, podemos estender mais detalhes e prolongar um pouco a história porque nessa faixa etária a criança já espera mais tempo para interagir. Também prendem por mais tempo a atenção.
     Quando selecionamos um livro é imprescindível que tenhamos o cuidado de selecionar o conteúdo para a faixa etária adequada da criança. Cuidados com o vocabulário, tamanho do texto, conceitos também devem ser observados para que não vá contra a faixa etária.   
     Além de livros, os rótulos apresentam ótimas oportunidades para estimular a leitura nas crianças. Por meio dos rótulos, a criança entra em um novo mundo da leitura, com um estímulo de leitura diferente. 
      É comum as crianças participarem com a a familia das compras e de preparação de comidas. É nesse contexto que o estímulo da leitura de rótulos poderá acontecer. O adulto vai solicitando informações e a criança vai interagindo e conseguindo identificar os rótulos, logomarcas.
      No momento de preparar um alimento o adulto vai compartilhando com a criança os ingredientes e assim se apropriando da leitura por meio de rótulos, signos. 
       Portanto, a leitura na educação infantil é importante, mas os pais devem também dar o exemplo lendo bons livros. Uma criança que cresce em um ambiente rico em livros e leitura terá maior probabilidade para ser um bom leitor.
      

      


21 de outubro de 2012

Textos para Educação Infantil

Encontrei estes dois textos e achei ótimo para serem trabalhados com a educação infantil. Podem ser exploradas as palavras, trechos...


ORA BOLAS 


OI, OI, OI
OLHA AQUELA BOLA 
A BOLA PULA BEM NO PÉ
NO PÉ DO MENINO.

QUEM É ESSE MENINO?
ESSE MENINO É MEU VIZINHO.
ONDE ELE MORA?
MORA LÁ NAQUELA CASA.

ONDE ESTÁ A CASA?
A CASA TÁ NA RUA.
ONDE ESTÁ A RUA?
TÁ DENTRO DA CIDADE.

ONDE ESTÁ A CIDADE
TÁ DO LADO DA FLORESTA.
ONDE ESTÁ A FORESTA?
A FLORESTA É NO BRASIL.

ONDE ESTÁ O BRASIL?
TÁ NA AMÉRICA DO SUL,
NO CONTINENTE AMERICANO,
CERCADO DO OCEANO
E DAS TERRAS MAIS DISTANTES
DE TODO O PLANETA.

E COMO QUE É O PLANETA?
O PLANETA É UMA BOLA
QUE REBOLA LÁ NO CÉU.
OI, OI, OI,
OLHA AQUELA BOLA

(PAULO TATIT E EDITH DERDYK) 


CAIXA MÁGICA DE SURPRESAS



UM LIVRO É UMA BELEZA,
É CAIXA MÁGICA SÓ DE SURPRESA.

UM LIVRO PARECE MUDO,
MAS NELE A GENTE DESCOBRE TUDO.

UM LIVRO TEM ASAS LONGAS E LEVES QUE,
DE REPENTE, LEVAM A GENTE LONGE LONGE.

UM LIVRO É PARQUE DE DIVERSÕES,
CHEIO DE SONHOS COLORIDOS,
CHEIO DE DOCES SORTIDOS,
CHEIOS DE LUZES E BALÕES.

UM LIVRO É FLORESTA COM FOLHAS E FLORES
E BICHOS E CORES.
É MESMO UMA FESTA, UM BAÚ DE FEITICEIRO,
UM NAVIO PIRATA NO MAR,
UM FOGUETE PERDIDO NO AR,
É AMIGO E COMPANHEIRO.

                                                     (ELIAS JOSÉ)
 
 




 

15 de outubro de 2012

Dia do Professor - O que comemorar?

Do Último Segundo:

Salários baixos provocam fuga de professores da carreira

Rita de Cássia Hipólito desistiu da carreira de projetista para fazer um mestrado e, por acaso, se tornar uma professora. Ensinar era a atividade mais compatível com a jornada de estudos. Apaixonou-se pela profissão e há sete anos trabalha na rede municipal de São Paulo dando aulas de história. A carreira, já tão desvalorizada, está prestes a perder mais uma profissional.

A paulistana de 37 anos, assim como tantos outros colegas, não vê valorização em seu esforço de se capacitar e dar boas aulas. Os alunos – e o carinho que demonstram por ela – são a única razão que a mantém na ativa até agora. Mas o salário, de aproximadamente R$ 2,8 mil por 40 horas de trabalho semanais, a obriga a reavaliar a profissão neste momento. “Eu não tenho reconhecimento de ninguém. Continuo pelo meu aluno, não por mim”, admite.

Meses atrás, Rita adoeceu. O terapeuta recomendava abandonar a profissão. “Eu chorava, porque não conseguia me imaginar longe da escola. Mas, aí, me vejo sendo tão maltratada como profissional, penso em largar”, admite. A professora, que fez bacharelado e licenciatura em Ciências Sociais e mestrado em sociologia na Universidade de São Paulo, diz que sempre teve dois empregos para conseguir se manter. “Mas quando vi meu primeiro holerite me assustei. Eu ganhava mais dando aula particular”, conta.

A história de Rita, infelizmente, não é isolada. No Dia do Professor, comemorado nesta segunda-feira, muitos profissionais em todo o País lamentam – em vez de celebrar – a escolha de carreira que fizeram . O iG ouviu alguns professores de formação que, mesmo apaixonados pelo trabalho que desenvolviam, desistiram de tentar sobreviver com o salário da função, baixo diante de outras profissões, e mudaram de atividade.

Manoel, Rosângela e Joelma sentem saudades da sala de aula e dizem que, se as condições de trabalho fossem melhores e a remuneração mais alta, teriam continuado na profissão. É fácil compreender as razões deles. Para ser um professor, por lei, é preciso ser formado em Pedagogia ou em alguma licenciatura, cujo curso dura pelo menos três anos. Há muitos outros cargos que, com a mesma titulação, oferecem salários mais atraentes.

Manoel é servidor público no Senado Federal. Lá, um analista (cargo que exige apenas a graduação) inicia a carreira ganhando R$ 18 mil. Mais de 10 vezes o piso salarial do professor , que hoje é de R$ 1,4 mil e não é pago por muitos redes estaduais e municipais. No Judiciário, onde trabalham Rosângela e Joelma, um técnico (nível médio) e um analista (graduado) ganham, em média, 3,5 mil e R$ 6 mil, respectivamente, no início da carreira.

As diferenças salariais estão também em carreiras mais próximas à realidade do professor. O salário básico de um biólogo ou de um químico, por exemplo, é de seis salários mínimos, um total de R$ 3,7 mil. Há muitos professores dessas áreas que cursaram não só a licenciatura, que habilita a dar aulas, mas também o bacharelado e poderiam atuar como biólogos e químicos.

Para tentar mudar esse cenário, o Plano Nacional de Educação (PNE), que define as metas educacionais para o País nesta década, previu a valorização dos profissionais da área, equiparando os salários . A redação da meta 17, que trata desse tema, diz que o “rendimento médio” dos docentes será equiparado aos “dos demais profissionais com escolaridade equivalente, até o final do sexto ano da vigência deste PNE (2016)”. Mas o projeto não define quais profissões seriam comparadas à do professor. E ainda não foi implementado.

Ensinar foi a primeira atividade que chamou a atenção, e despertou o interesse, de Manoel Morais, 36 anos. O cearense, aos 10 anos, dava aulas de reforço para os colegas em dificuldade. Estudioso, achava fácil explicar o que sabia aos colegas. Estudante de química industrial na escola técnica de Fortaleza, Manoel não pensava em se tornar um professor até ser convidado, aos 17 anos, a dar aulas em cursinhos pré-vestibulares.

A vocação lhe parecia natural, mas Manoel queria fugir da profissão tão criticada pelos seus professores da rede pública, onde estudou a vida toda. Apesar das aulas no cursinho, fez vestibular para Engenharia Química. No meio do caminho, decidiu fazer licenciatura em Química e se tornar mesmo professor. “Comecei a estudar neurociências para entender como o cérebro aprende e poder ajudar meus alunos melhor”, conta.

Em 2004, no entanto, as ilusões de Manoel com a carreira acabaram. Ele começou a fazer concursos públicos para mudar de área de atuação. Em 2005, chegou a Brasília, após ter sido aprovado no concurso do Ministério Público da União. “Mudei em busca de ascensão social mesmo. O cargo de juiz exige apenas o bacharelado em Direito. Para dar aula em uma faculdade é preciso, no mínimo, um mestrado. E quem ganha mais? Não quis seguir na carreira que eu amo por conta da condição financeira mesmo”, admite.

Hoje, Manoel está prestes a concluir o curso de Direito e pensa em novos concursos. “Por causa da questão financeira, há uma fuga de cérebros do magistério. Teria ficado na escola se tivesse a oportunidade de ganhar a mesma coisa”, desabafa. Para diminuir as saudades da sala de aula, hoje Manoel ensina outras pessoas a estudar. Dá treinamentos aos sábados sobre técnicas de estudo e oratória.
Manoel desistiu de ser professor por causa do salário. Hoje, servidor do Senado, dá cursos sobre técnicas de estudo para matar as saudades


Como muitas mulheres de sua idade, Joelma de Sousa, 46 anos, fez o curso normal durante o antigo 2º grau. Antes mesmo de terminar o preparatório para o magistério, Joelma passou em um concurso da Fundação Educacional de Brasília. “Era o caminho mais rápido para o trabalho. Passei cinco anos dando aulas de alfabetização para crianças e adultos. Adorava meu trabalho. Eu via o começo e o fim dele. Um dos mais gratificantes”, analisa.

Como precisava ajudar a família a se manter, Joelma desistiu do curso de pedagogia. Estudou para um concurso e se tornou técnica judiciária. “A questão salarial foi a única razão para ter mudado de profissão. Fiquei muito triste quando sai”, relembra. Ela diz que, na época, o salário de técnica já era três ou quatro vezes maior que o de professora. Já trabalhando no tribunal, Joelma fez Letras-Tradução em Francês, depois cursou Direito.

“Se minha filha quiser ser professora, vou achar sensacional. A minha família não tinha condições de me apoiar nessa decisão à época, mas espero que eu possa. Ser professor não é um sacerdócio, todos precisam de dinheiro para viver. Se quisermos bons profissionais, teremos de pagar bem”, pondera.

Rosângela Pinto Ramos, 51 anos, escolheu ser uma professora ainda criança. Filha de professora, ela admirava a mãe. Percebeu que tinha escolhido a carreira certa logo que terminou o curso de magistério. Começou a dar aulas e se apaixonou pelo ambiente escolar, o trabalho com os alunos. Fez o curso de pedagogia e sonhava em abrir seu próprio colégio.

Mas as diferenças salariais – e a oportunidade de atuar na própria área ganhando mais – a fizeram desistir. Rosângela começou a trabalhar no Judiciário quando os pedagogos ainda eram requisitados para atuar nas Varas de Infância e para trabalhar com jovens infratores. “Mesmo assim eu continuei dando aulas, por prazer mesmo. Até que a correria me fez desistir das aulas”, conta. A servidora, que já não atua mais com sua área no tribunal em que trabalha, conta que sente saudades da sala de aula até hoje.

8 de outubro de 2012

GAIOLAS E ASAS






"HÁ ESCOLAS QUE SÃO GAIOLAS".
"HÁ ESCOLAS QUE SÃO ASAS".

ESCOLAS QUE SÃO GAIOLAS EXISTEM
PARA QUE OS PÁSSAROS DESAPRENDAM
A ARTE DO VOO. PÁSSAROS ENGAIOLADOS, 
O SEU DONO PODE LEVÁ-LOS PARA ONDE QUISER.
PÁSSAROS ENGAIOLADOS SEMPRE TÊM UM DONO.
DEIXARAM DE SER PÁSSAROS.
PORQUE A ESSÊNCIA DOS PÁSSAROS É O VOO.

ESCOLAS QUE SÃO ASAS NÃO AMAM PÁSSAROS ENGAIOLADOS.
O QUE ELAS AMAM SÃO OS PÁSSAROS EM VOO.
EXISTEM PARA DAR AOS PÁSSAROS CORAGEM PARA VOAR.
 ENSINAR O VOO, ISSO ELAS NÃO PODEM FAZER, 
PORQUE O VOO JÁ NASCE DENTRO DOS PÁSSAROS.
O VOO NÃO PODE SER ENSINADO. SÓ PODE SER ENCORTAJADO.

AS ESTATÍSTICAS OFICIAIS ANUNCIAM 
O AUMENTO DAS ESCOLAS E O AUMENTO
DOS ALUNOS MATRICULADOS.  ESSES DADOS
NÃO ME DIZEM NADA. NÃO ME DIZEM SE SÃO GAIOLAS OU ASAS. MAS EU SEI QUE HÁ PROFESSORES QUE AMAM O VOO DOS SEUS ALUNOS.
HÁ ESPERANÇA...

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